Entrei no quarto e dei de cara com Alice na cama onde havia montado um verdadeiro chá colonial com seus talheres e louças de brinquedo. Ela e um convidado ilustre: Titão, o gato vesgo. Ambos com um guardanapo (toalhinha) amarrado no pescoço. Até aí, tudo (no limite do) normal, depois é que vi que a situação era muito mais psicodélica do que parecia:
Eu: Tá tomando chá com o gatinho, Alice?
Alice: Eu não sou Alice, sou o faraó.
Eu: ah, que interessante, sabia que no Egito os gatos tinham a maior importância? Então quer dizer que o faraó está tomando chá com o seu gato?
Alice: ele não é um gato, é uma praga do deserto.
Eu: ah...
Alice: é, e eu to alimentando ele.
 |
| Adicionar legenda |