quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Chá com Alice (ou Alice no País das Pirâmides)

 Entrei no quarto e dei de cara com Alice na cama onde havia montado um verdadeiro chá colonial com seus talheres e louças de brinquedo. Ela e um convidado ilustre: Titão, o gato vesgo. Ambos com um guardanapo (toalhinha) amarrado no pescoço. Até aí, tudo (no limite do) normal, depois é que vi que a situação era muito mais psicodélica do que parecia:

Eu: Tá tomando chá com o gatinho, Alice?
Alice: Eu não sou Alice, sou o faraó.
Eu: ah, que interessante, sabia que no Egito os gatos tinham a maior importância? Então quer dizer que o faraó está tomando chá com o seu gato?
Alice: ele não é um gato, é uma praga do deserto.
Eu: ah...
Alice: é, e eu to alimentando ele.

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sábado, 22 de novembro de 2014

Diretamente da Rússia

Alice: qual o sobrenome da presidente Dilma?
Eu: Roussef
Alice: então se ela é da Rússia porque ela não cuida do país dela?

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Alice, a cartesiana

Estava com Alice no sofá, de repente, ela para e começa a me olhar fixamente, tocar no meu rosto e em seguida, toca no rosto dela também:
Alice: peraí, mãe, a gente é de verdade ou a gente tá num sonho?

Agora entendo quando dizem que as crianças são filósofas natas: esse é justamente o argumento que Descartes utiliza na Meditação Primeira