quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Doce associação

Ao ver um pacote Halls na minha bolsa, Alice prontamente disse que não gostava daquela, nem de outra bala que havia provado e estava tentando lembrar o nome:
Alice: era uma bala que se chamava "homem". Não, não, acho que era "menino" o nome da bala
Eu: Garoto?
Alice: ah é, bala Garoto.


Resultado de imagem para bala garoto

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Imediatismo capilar

Ela estava chateada porque seu cabelo crescia devagar. Eu, então, expliquei um dos possíveis motivos (e aproveitei para dar uma lição) para isso.
Eu: você só penteia seu o cabelo quando está molhado, tem que pentear ele seco também, aí ele crescerá.

Empolgada ela pegou a escova e desandou a pentear, dali a meia hora ela volta com o cabelo lindo, todo penteado, mas com a mesma cara de desânimo.
Eu: o que foi agora, filha?
Alice: é que eu penteei meu cabelo um tempão e ele continua do mesmo tamanho.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Todos "os" mães são iguais!

Hoje no clube escutei uma criança chamando "mãe". Eu olhei e outra moça olhou. Não eram nossos filhos. E sim um menino de uns três anos que nada tinha a ver com a Alice. Mas é um fenômeno inexplicável já relatado por várias genitoras: sempre que ouvem o grito de "mãe" têm certeza de se tratar da voz da própria cria. Assim, se por um lado muitos divergem sobre o velho ditado "todas as mães são iguais", não há como discordar da sentença: "todos "os" mães são iguais".