Alice aprendeu a falar cedo, e assim que a prendeu a falar começou a fazer perguntas sobre tudo: o céu, a terra, a água e o ar, entre outras coisas. O teor das perguntas invariavelmente escapava do campo da lógica. E aprendi que, algumas vezes, a melhor forma de lidar com as perguntas surreais que os pequenos fazem é entrar na mesma
vibe, como nesse diálogo surreal que travamos quando ela tinha acabado de completar 3 anos:
Alice: mãe, pato usa batom?
Eu: (hã???) sim, só que amarelo.
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